Travis... I´m too Busy Holding up the World


Algumas das capas dos singles do Travis

 All I want to do is Rock    Tied to the 90´s

 More than Us    Happy    Happy

 Writng to reach you    Coming around    Driftwood

 Why does it always rain on me?    Turn

 The beautiful occupation    Love will come through

 Re-offender    Closer    My eyes

 Selfish Jean

PS: Obrigado Drika pelo post!

  

 



Escrito por Veridiana às 14h21
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Mais uma crítica, dessa vez do álbum The Invisible Band.

Travis, a melhor banda do rock britânico

Não há mais dúvidas. Com o lançamento esta semana na Europa e EUA do disco "The Invisible Band", os escoceses do Travis ganham o título de banda mais importante do rock britânico, título que já foi do Oasis e do Blur, encerrando a era de arrogâncias do britpop. Ao contrário dos inglesinhos, os escoceses foram tachados de "a banda britânica mais legal dos últimos tempos", consenso em todo o Reino Unido, em especial pelo bom humor dos músicos, atenção à imprensa e fãs, shows incríveis, e o mais importante, as músicas e melodias mais envolventes do rock atual.

Ao lado dos cultuados e anti-comerciais Belle and Sebastian, eles formam a dupla das bandas mais importantes da Escócia, a terra que produz uísque e berço de outra banda ultralegal e que influenciou as outras duas: Jesus and Mary Chain.

Voltando ao Travis, depois de dois ótimos álbuns, a estréia com "Good Feeling", em 1997, cheio de guitarras e 400 mil cópias vendidas, e o multimilionário "The Man Who", em 1999, cheio de baladas e 6 milhões de cópias vendidas, a banda reafirma, no terceiro trabalho, a vocação de construtores de baladas perfeitas. Aliás, o Travis já havia atingido o estágio de pop perfeito com "The Man Who".

"The Invisible Band" também afasta mais ainda a banda do rock barulhento de "Good Feeling", se concentrando novamente nas canções ternas e líricas do segundo disco. "O Travis seguiu esse caminho mais lírico naturalmente. A banda foi amadurecendo, controlando mais a energia. Mas ainda tocamos pesado ao vivo. Mas o som do Travis foi mudando com o tempo. Minha voz mudou, nossas vidas mudaram. É orgânico", disse Fran Healy, o vocalista e principal letrista do grupo, em entrevista à imprensa brasileira.

Já batizado pela mídia especializada de "The Man Two", em referência ao lírico e belíssimo segundo disco, a verdade é que "The Invisible Band" em nada inova na sonoridade do Travis, o que não é ruim, afinal, as seis milhões de pessoas que compraram e se maravilharam com "The Man Who" (que pelo estrondoso sucesso, foi o responsável por fazer o grupo cair no gosto dos fãs de rock britânico) aguardavam ansiosos pelo novo disco, e mais ainda, que seguisse o caminho das melodias perfeitas. 

Na definição de Fran Healy, as músicas de "The Invisible Band" são "mais bonitas e gostosas de tocar". Ele também faz uma comparação entre os três discos do grupo: "O primeiro revelou uma banda com mais energia do que qualquer outra coisa. A preocupação primeira era tocar ao vivo, mais até do que fazer uma boa canção. Com "The Man Who" isso se inverteu. A intenção primeira era encontrar a melodia certa para aquilo que seria o som ideal para o Travis. "The Invisible Band", para nós, representa um passo adiante nos dois sentidos. Acho que são músicas mais bonitas e todas bem gostosas de tocar".

Só por aí, os fãs já podem ter certeza que não se decepcionarão com o álbum, que aliás, é altamente recomendável para que ainda não se iniciou nas suaves e deliciosas canções do Travis. "The Invisible Band" tem ao menos três bons motivos para ser ouvido: "Sing", "Afterglow" e "Follow the Light". Mas quem estiver com dinheiro sobrando, é recomendável adquirir também "The Man Who".

Publicado em: http://www.unisite.com.br/musica/2001/06/19/travisdnovo.shtml

 

 



Escrito por Veridiana às 14h16
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Esta reportagem saiu na Revista Época, na data do lançamento do álbum The Man Who no Brasil.



Escrito por Veridiana às 20h32
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Aí vai uma entrevista em inglês, concedida pelo Travis em 2000.

RAY ROGERS: Your recent show at New York City's Bowery Ballroom was an instant sellout. Things have made a complete turnaround from the last time you played here.

FRAN HEALY: It was such a lovely, warm feeling. The time that we played here before was when you had all of these British bands coming over, the British export, as it were. You know how when you buy something sometimes, they'll try to sell you by saying "It comes free with this!"-we were like that freebie, we weren't the main picture then.

DOUGIE PAYNE: At that point, Oasis had their album coming out, as did Radiohead and the Verve. We were the runt of the litter.

RR: That's certainly changed.

FH: When the reviews of the album came out, we thought they'd be good. Instead, it was, Fuck, they're slagging it off, and this one's slagging it off, and that one's slagging it off as well. To me, the venom in all of these reviews was just outrageous.

RR: What do think inspired that?

FH: They just didn't like us as a band, because we're so ego-less, I think. I believe that ego is the enemy of all art, if not everything. Ego is the thing that causes wars and fucks things up. You've got to understand, people think we're so "nice." We're just reasonable people. We feel lucky enough to be vessels for loads of really beautiful songs. It humbles you. You realize that it's what you're carrying that's important, and not so much you. You're just a messenger.

DP: A lot of bands tend to forget that and it messes them up. They start thinking, "I'm brilliant," and they've got all these people around patting them on the back and perpetuating that. Then you drop the thing that you're carrying, the precious thing.

RR: And then you're big-headed and empty-handed.

FH: There are bands that put out a brilliant album, and then put out a horrible record and you're like, What happened? This is what happened: The muse jumped ship. There were too many rats on board. There's like an invisible contract that you get when a song's delivered; it's like having a child. You sweat in a bedroom for ten minutes, and you come, and nine months later it's finished, and in that nine months you've got to make sure that it's healthy, and when it first comes out you've got to look out for it, and if it comes back from school with a bad report, you're like, Hey, what's going on?

RR: Do you know right away when you've hit upon one of those special songs?

FH: It's an instant thing. I'll write 99 shit songs, right? And then when this song is given to you, I swear to God it's the most amazing feeling, somebody's got your hand and it writes itself. Music is something that can remove you from life's gray area for just a second to remind you what it was like when you were pure, when you were a child.

RR: Is it difficult to hang on to that Idea as you become more and more successful?

FH: Ever since this new album was released, we get questions like, Are you rich now? I'm like, Man, I've always been rich. I've got the best friends in the world, I love the people in my life. We live in a consumer society, in the West anyway: "You must have this car, you must have this fridge, you must have this watch, you must have this shampoo.... You're going to die if you don't have them." You're going to die anyway.

Publicada em: http://findarticles.com/p/articles/mi_m1285/is_4_30/ai_61535307



Escrito por Veridiana às 14h47
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Essa foi a primeira reportagem que vi e tive do Travis, saiu na revista Capricho de 7 de Outubro de 2001.



Escrito por Veridiana às 13h29
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Fran Healy voltou para o Sudão pela segunda vez, em seis meses.Em das partes menos desenvolvidas da África, ele viajou para conhecer lugares sem cidades, sem hospitais, estradas nem escolas com o Save the Children, com a missão de ver como a área pode ser reconstruída depois de uma longa guerra civil.

Neste site há a cobertura completa da viagem, com fotos e o diário de Fran: http://www.franinsudan.tv/default.asp



Escrito por Veridiana às 18h34
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1. Cansado de trabalhar

2. Cara de quem brigou com a namorada

 

3 e 4. Gravação de Love will come through (Vídeo e música fofos!)



Escrito por Veridiana às 14h14
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Valeu quem deixou as mensagens de consolo para mim, saibam que me deu ânimo.

The Boy with no Name me agradou mais que 12 Memories, apesar de seguir a mesma linha desde The man who.Eu confesso que gostaria muito de canções como em Good Feeling, o melhor álbum na minha opinião.Mas está recheado de bonitas músicas, como Big Chair, 3 times and you lose e Selfish Jean.

Esses dias passou um show do Paul Macartney na tv a cabo, e dei de cara com o Fran e o Dougie na platéia.Fiquei na esperança de uma parceria, mas nada!

Essa notícia já é bem velhinha, e ainda por cima está em espanhol, mas vou publicá-la assim mesmo, pois tem uns trechos de entrevista.

Fran Healy admitió que Travis estuvo a punto de separarse

Tra

En declaraciones a la emisora británica BBC, Fran Healy, vocalista de Travis, admitió que el grupo estuvo a punto de separarse tras el accidente sufrido por el baterista Neil Primrose.
"Después del accidente de Neil sentimos que la banda había llegado al fin, que estábamos al borde de un precipicio", comentó Healy, "Estuvimos ocho meses sin hacer nada, nos sentíamos como desempleados, sólo que con dinero en los bolsillos. Entonces, empecé a componer canciones en los ratos libres, cuando no me sentía estresado. Ha sido el periodo más creativo que hemos disfrutado como grupo".
El nuevo álbum, aún sin título definitivo, estará a la venta en septiembre y ha sido grabado en el norte de Escocia con el productor Tchad Blake (Crowded House, Sheryl Crow).
Los miembros de Travis comparten amistad desde hace más de trece años y son un grupo formal desde hace siete. "Lo que hacés o te une más o te separa más. En nuestro caso, todo lo que hemos vivido nos ha unido aún más", sentenció.

Travis cuenta cómo volvió a encontrarse a sí misma tras una experiencia perturbadora

Con el éxito de placa The Man Who, la banda nacida en las entrañas de la friolenta ciudad de Glasgow, Escocia se convirtió en una celebridad del mundo del pop-rock, de repente todos sabían quién o qué era Travis. Sin embargo, un trágico accidente por poco cobra la vida de uno de los miembros de la banda en plena gira.

A mediados de los años 90 Travis se consagró como uno de los grupos de brit pop más destacados de Europa. Siguiendo los pasos de Oasis, la banda produjo temas emotivos con arreglos extraídos directamente de la vena de las bandas británicas de los años 60. Por su apasionada lírica y por sus conmovedoras presentaciones, el combo logró perdurar aun cuando muchos de sus colegas regresaron al anonimato.

En 1999 el cantautor Francis Healy, con el guitarrista Andy Dunlop, el baterista Neil Primrose y el bajista Douglas ‘Dougie’ Payne dieron vida al álbum The Man Who, creación que se apoderó de las carteleras musicales de todo Europa y parte de América. La banda, mejor conocida por sus lujos tonales y letras sombrías se volvió en la sensación pop del momento. Todos querían un poco de ellos.

“Nosotros realmente no existimos en el mundo del pop. No es lo que hacemos. Creo que somos más raros que eso”, dice Dougie.

Por eso el éxito les llegó de sorpresa. “No anticipamos el éxito que tendría la placa. Siendo escoceses, somos reservados en cuanto al estrellato; está codificado en nuestro DNA que no podemos ser extravagantes o alocados. De un instante a otro ya no éramos un grupito de Glasgow, todo había cambiado y no estabamos preparados”, recuerda Healy. “Pero después del accidente de Neil el fin de Travis nos llegó demasiado cerca y nuestra perspectiva cambió por completo”.

El accidente del que habla el cantante se llevó a cabo en Francia, durante la gira de su segunda producción discográfica, The Invisible Band (2001). El baterista, al echarse clavado en la piscina de su hotel, se quebró tres huesos del cuello. Su doctor aseguró que nunca volvería a caminar.

“Fue un día terrorífico. Cuándo vimos a Neil tirado al lado de la piscina nunca pensamos ‘¿Va a poder con su tarea de baterista?’, lo primero que corrió por nuestras mentes fue ‘¡Oh, Dios!, ¿está vivo?’ recuerda Dougie, bajista de la banda. “No estabámos pensando en nada que tiene que ver con la banda”.

Sin embargo, tan sólo a tres semanas de su accidente, y en contra de la voluntad de su doctor, Neil estaba sentado en su batería intentando tocar los cueros por 15 minutos cada día. El dolor que sentía era casi agobiante, pero no se podía contenerse. Asombrado por la recuperación de su paciente, el doctor acordó que tocar su batería ayudaría a su rehabilitación, siempre y cuando lo tomara con calma.

“Pasé algunos meses quejándome constantemente como un niño chiquito”, recuerda Neil. “Pero bien sabía que tenía suerte en tan solo poder volver a caminar”.

La voluntad del ser humano es sorprendente. Muchas personas se resignan a estar reducidas a ciertos estados después de accidentes o enfermedades; pero Neil no iba a dejar que nadie ni nada le robara sus sueños, y mucho menos su música.

“Para ser totalmente honesto, si [un accidente] le iba a pasar a alguno de nosotros fue mejor que le pasara a Neil, porque es el que tiene más espíritu y valentía de nosotros cuatro”, asegura Dougie. “Si nos hubiera pasado a algún otro, no sé que hubiera sido de nosotros. Fue su determinación lo que hizo posible que se recuperara y a la vez nos dio inspiración a nosotros para seguir en la banda y hacer música.

Si tu amigo está dispuesto a poner su recuperación —más bien su vida— en peligro para seguir tocando la batería… “lo menos que yo puedo hacer es tocar el bajo. ¿No?”, concluye Dougie con una amarga risa.

Nueva perspectiva

Más allá de haberle sacado el susto de sus vidas, el accidente de Neil fue un motivo para reevaluar la existencia del grupo y de sus propios miembros.

“Nos dimos cuenta de que teníamos que volver a tener vida propia. Nuestras relaciones amistosas habían sufrido durante el curso del éxito de las placas, las giras, las promociones, etc. Con lo divertido que es estar sobre un escenario haciendo música y viajando por el mundo, sin saberlo comenzamos a desasociarnos de esas cosas buenas que teníamos, nos encontramos pensando en el ‘trabajo que teníamos que hacer’ y lo lejos que estábamos de nuestros hogares. Cuando eso pasa te das cuenta de que estás en mal camino”, cuenta Dougie.

Por eso, y por lo exhaustos que estaban, la banda se vio forzada a tomarse seis meses de descanso, sus primeras vacaciones desde 1999. Dougie admite que aquel lapso de tiempo fue esencial para la sobrevivencia de la banda.

“Quieres ser una persona, no quieres ser el cuarto trozo de una banda. Quieres ser una persona normal que vale por sí misma”.

Por otra parte una cosa es dejar de hacer música porque quieres y otra es porque no puedes.

“Es como si alguien te dice: ‘Ah, sí, no quieres estar en una banda, ¿eh?, pues te la quito y listo’, en ese instante te das cuenta de lo que realmente quieres, es como un balde de agua fría en la cabeza”.

A fines del año pasado la banda finalmente se reunió para comenzar a trabajar en 12 Memories. Se citaron en una granja en el norte de Escocia, lejos de la televisión, tiendas y, más que nada, de la civilización. Lo único que los rodeaba eran lagos, montañas y ovejas. Fue allí, entre tragos, pláticas y palomazos que se llevó acabo la creación de su más reciente placa. Tan solo dos semanas de estar en su retiro la banda ya había escrito 9 temas. “Fue como volver a enamorarte”, explicar Dougie riéndose. No sentíamos ningún tipo de presión estabamos en un lugar totalmente curativo”.

Un “espíritu libertino” guió la realización de 12 Memories. A pesar del buen resultado que habían tenido con el productor Nigel Godrich en The Man Who y The Invisible Band, en esta ocasión la banda dejó que su creación liderara el camino y produjeron su propia placa. Tenían más que suficiente inspiración y anécdotas que contar.

El primer sencillo Re-Offender, encara con oscura belleza el complicado tema sobre estar atrapado en una cruel relación. Es tan simple y tan cautivador como Writing to Reach You o el afamado Sing. Mientras tanto Love Will Come Through —tema que forma parte de la banda sonora del filme Moonlight Mile— es una melódica canción que anima a tener fe en el amor. En total, éste es un trabajo agridulce que enlaza, con precisión quirúrgica, las buenas y malas experiencias que este grupo de amigos ha vivido.

Sobre el su nuevo álbum, Dougie revela que “como cualquier trabajo. Los temas nacen de la inspiración de la memoria de Fran [el cantante]. Sin embargo, creo de manera que se desarrollan comienzan a tomar una entidad propia. Mucha gente piensa que este álbum es más oscuro y agudo pero a mí se me hace festivo, como cuatro personas que se vuelven a encontrar y están felices, viviendo a lo máximo”.

Publicado em:http://groups.msn.com/TravisChile/noticias.msnw



Escrito por Veridiana às 13h55
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